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Telemedicina

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Telemedicina: http://timedicina.blogspot.com/search/label/telemedicina

  • A telemedicina consiste na aplicação dos computadores e das telecomunicações à prática médica (remota e local), ao processo de ensino-aprendizagem e à investigação científica na área das ciências médicas.

Âmbitos:


  • Telemonitoramento: O telemonitoramento permite aos familiares que através de videoconferência, acompanhem um paciente durante o seu internamento, ou que por exemplo, as mães vejam os seus bebês prematuros enquanto estão internados na UTI neonatal. (HealthPal)
  • Teleconsulta: Através da teleconsulta o profissional de saúde consulta o paciente através de teleconferência, videoconferência, webconferência (com o recurso a uma câmara e monitor de vídeo e se necessário ligação à internet) e utilizando eventualmente alguns periféricos para a transferência de documentos tais como resultados de exames, fotos, etc.
  • Telediagnóstico: O envio remoto de sinais e imagens médicas, dados laboratoriais e outras informações de um paciente, auxilia o diagnóstico do paciente a distancia. (Picture Archiving and Communications System )
  • Teleatendimento: Utiliza a comunicação a distância entre o paciente e o serviço médico para orientação médica, agendar consultas, conseguir informações sobre o serviço, internamento, transferências ou ainda dados relativos a uma determinada patologia, etc..
  • Telecirurgia: Cirurgia robótica (Da Vinci e Catherine Mohr)

Exemplos de usos da Telemedicina


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1. Sistema Tele-Eletrocardiografia Digital: aparelho (tele-eletrocardiógrafo digital portátil) capaz de transmitir o eletrocardiograma via telefonia celular ou mesmo por telefone fixo. O exame realizado no paciente em sua residência ou na ambulância é transmitido para a internet e analisado na central de Telemedicina do Hospital do Coração (HCor). O laudo retorna para a ambulância de origem. Todo esse processo dura, em média, cinco minutos. A central dispõe de 16 médicos para a leitura dos eletrocardiogramas do SAMU 24 horas por dia. Além disso, o médico que está atendendo o paciente pode discutir o caso com os especialistas de apoio no HCor. O trabalho é realizado diariamente em tempo real.
http://timedicina.blogspot.com/2010/01/sistema-tele-eletrocardiografia-digital.html


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2. Monitoramento Cardíaco Remoto: oferece aos pacientes com dispositivos cardíacos e seus familiares a conveniência de follow-up regulares remotos assim como monitoramento remoto no conforto de sua casa, com poucas visitas domiciliares. Ao mesmo tempo, pacientes podem ficar tranquilos e assegurados que seu médico pode monitorá-los a distância.
http://timedicina.blogspot.com/2009/07/latitude-sistema-de-monitoramento.html


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3.  Telediagnóstico no PSF do Rio de Janeiro:as radiografias feitas nos postos são enviadas via computador para o Hospital Miguel Couto (Gávea), os especialistas avaliam e podem diagnosticar, por exemplo, traumas e fraturas, além de doenças respiratórias, como pneumonia e tuberculose. O fato de poder fazer o exame e o diagnóstico em uma única consulta, além de aumentar as chances de uma cura mais rápida, deverá reduzir a evasão dos tratamentos. A análise on-line das radiografias se soma a outro serviço que está sendo testado, desde novembro do ano passado, em parceria com a empresa de telefonia Tim: o diagnóstico, à distância, de pacientes com problemas cardíacos. Os eletrocardiogramas feitos no Morro Dona Marta (Botafogo) e em comunidades da Ilha são enviados ao Miguel Couto pelo software My Doctor@Home, desenvolvido pela empresa Telecom Itália, à qual pertence a Tim.
http://timedicina.blogspot.com/2010/03/rj-implanta-servico-de-diagnostico.html


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4.  Rede Universitária de Telemedicina (RUTE): A Rede Universitária de Telemedicina é uma iniciativa que visa a apoiar o aprimoramento da infra-estrutura para telemedicina já existente em hospitais universitários, bem como promover a integração de projetos entre as instituições participantes.
A Rute é uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia, apoiada pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pela Associação Brasileira de Hospitais Universitários (Abrahue), sob a coordenação da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).

http://rute.rnp.br/


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5.  Teleducação (Ensino à Distância): Teleducação é a modalidade de ensino que permite que o aprendiz não esteja fisicamente presente em um ambiente formal de ensino-aprendizagem. Diz respeito também à separação temporal ou espacial entre o professor e o aprendiz. A interligação (conexão) entre as duas partes do ensino se dá por tecnologias, como a internet.
São utilizados recursos de texto, áudio, vídeo e animações gráficas para levar o conteúdo programático de forma atraente e eficaz aos educandos.

Telessaúde de Goiás tem ministrado vários minicursos, como esse de Fibromialgia da imagem ao lado.
http://www.tele.medicina.ufg.br/pagina/ver_noticia/titulo/mini-curso_fibromialgia/


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6.  Smartphones e PDAs: Dois médicos nos Estados Unidos recentemente usaram muito bem o recurso do novo smartphone da Apple para analisar a situação de um paciente que passara por uma cirurgia de reconstrução do pé: um deles estava no Arizona, o outro, em Orlando, a mais de 3.000km.
“Isto muda tudo”, disse um dos médicos. “Assim como o iPod fez com a música e o laptop com a computação, não é a mudança na tecnologia, mas a mudança na forma e onipresença que alteram esse cenário.” Ou seja, não é que o iPhone seja o primeiro a trazer vídeo-chamas (nem de longe), ele apenas é o primeiro a trazê-las de forma fácil e intuitiva.

http://timedicina.blogspot.com/2010/07/medicos-ja-estao-fazendo-bom-uso-do.html

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